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O que é o TDAH?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por sintomas de desatenção e de hiperatividade / impulsividade. A ocorrência do transtorno está associada a prejuízos no aprendizado, nos relacionamentos sociais e na vida profissional. Existem 3 subtipos de acordo com os sintomas apresentados: combinado, predominantemente desatento, predominantemente hiperativo-impulsivo. Além disso, o TDAH é bastante heterogêneo, sendo frequentemente acompanhado por outros transtornos psiquiátricos (como, por exemplo, depressão, ansiedade, problemas com o álcool entre outros) que podem influenciar as manifestações clínicas observadas. Estimativas apontam que o transtorno é comum em crianças, com prevalência aproximada de 5,3%. Embora muitas crianças tenham seus sintomas de TDAH diminuídos ao longo do desenvolvimento, uma parte delas permanece sintomática, afetando cerca de 2,5% da população adulta.

A genética do TDAH

As informações genéticas presentes em cada indivíduo influenciam a enorme variabilidade de características existente na população. Estas informações estão contidas em genes, transmitidos dos pais para os filhos, podendo estar associadas tanto com características físicas, como cor dos olhos e cabelos, quanto com características comportamentais. No TDAH, o componente genético exerce uma forte influência sobre a susceptibilidade ao transtorno, fato demonstrado tanto em estudos com gêmeos e famílias, como também em estudos moleculares. A influência genética no TDAH não se baseia nas variações em um único gene, mas está relacionada há presença de diferentes variantes em diferentes genes, todas atuando ao mesmo tempo. Essa diversidade entre os pacientes e o envolvimento de diversos genes torna a genética do TDAH (assim como de outras características do comportamento) muito complexa. Além disso, essas variações também ocorrem em indivíduos saudáveis. Apesar de sabermos que as variações em alguns genes são mais comuns em pessoas que têm TDAH comparadas com pessoas sem TDAH, ainda não se conhece exatamente como os genes atuam no aparecimento e no desenvolvimento do transtorno. Através de mecanismos complexos, os genes exercem influência sobre o nosso cérebro e consequentemente sobre nossos comportamentos. Nosso intuito é investigar como os genes podem influenciar o aparecimento e o desenvolvimento de TDAH, especialmente em adultos.

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